Arquitetura

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SALÃO EUROPEU

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Em 1931, André Citroën alugou os velhos armazéns da antiga estação ferroviária de Saint-Lazare, em Paris. Após três semanas de trabalho árduo, este gigantesco edíficio, (300 metros de comprimento e uma área de 15 000 m2) no Palácio de Exposições da Citroën. Localizado não muito longe do Place de L’Europe, rapidamente ficou conhecido como Salão Europeu.

Abriu as portas a 30 de setembro de 1931, um dia antes do Salão Automóvel de Paris.
Dentro do salão, a Citroën mostrou aos visitantes toda a sua gama de veículos, usando manequins realistas. As premissas incluiam um bar/salão de chá, um cinema com filmes sobre a marca, uma orquestra, exibições temporárias e salas para veículos usados. O Salão Europeu fechou as suas portas após a Segunda Grande Guerra Mundial.

 

GARAGE MARBEUF

02_histoire_architecture_garagemarbeufDepois de criar um escritório de design, a empresa ganhou um departamento de e arquitetura e construção em 1927, gerido por Maurice-Jacques Ravazé. A sua função era contribuir para desenvoler a marca e aplicar as premissas da marca junto dos concessionários. O objetivo convergir a imagem de inovação da Citroën até aos consumidores.
Um excelente exemplo desta aproximação moderna foi a garagem de dez andares, aberta na rua Marbeuf, em Paris, em 1929. Este enorme expositor, com 19 metros de altura, foi desenhado pelo arquiteto Albert Laprade, substituindo um antigo teatro. Dezenas de viaturas foram colocadas nas varandas, para poderem ser vistos a partir da rua. Infelizmente, esta obra de arte da arquitetura foi destruída, em 1952.

 

42 CHAMPS-ELYSEES

03_histoire_architecture_c42_captureDepois de criar um escritório de design, a empresa ganhou um departamento de e arquitetura e construção em 1927, gerido por Maurice-Jacques Ravazé. A sua função era contribuir para desenvoler a marca e aplicar as premissas da marca junto dos concessionários. O objetivo convergir a imagem de inovação da Citroën até aos consumidores.
Um excelente exemplo desta aproximação moderna foi a garagem de dez andares, aberta na rua Marbeuf, em Paris, em 1929. Este enorme expositor, com 19 metros de altura, foi desenhado pelo arquiteto Albert Laprade, substituindo um antigo teatro. Dezenas de viaturas foram colocadas nas varandas, para poderem ser vistos a partir da rua. Infelizmente, esta obra de arte da arquitetura foi destruída, em 1952.

LYON BRANCH

04_histoire_architecture_succursalelyon_captureEm 1930, a Citroën decidiu que Lyon, a segunda maior cidade francesa, deveria ter um expositor coincidente com a sua dimensão. Após dois anos de trabalho, abriu o expositor no número 32 da rue de Marseille.
Conhecido como a maior estação de serviço da Europa, o edifício tem um design imponente. Tem uma fachada com 535 metros e uma área coberta de 40 000 m2, distribuídos por cinco pisos, duas rampas de sentido único, cada uma com 350 metros de comprimento, e um proporcionalmente enorme portão com 15 metros de largura e 10 de altura.
Se contarmos apenas com o expositor, são 15 metros de altura e uma fachada de vidro com 300 m2. Em julho de 1995, esta estrutura de vidro e betão, desenhada pelo arquiteto Ravazé, foi considerada monumento histórico.

QUAI DE JAVEL PLANT

05_histoire_architecture_usinejavel_captureEm 1915, durante a Primeira Grande Guerra Mundial, André Citroën construiu uma fábrica de carroçarias, em Quai de Javel, Paris. Depois da guerra, converteu a fábrica para poder produzir automóveis em série.
A fábrica da Citroën em Quai de Javel foi a mais moderna naquela época, na Europa (100 veículos/dia em 1919 e 200 veículos/dia em 1924). Em 1933, apesar de uma situação financeira particularmente difícil, a Citroën decidiu reconstruir a fábrica em apenas cinco meses, sem parar a produção.
A Quai de Javel, renomeada Quai André Citroën, em 1958, produziu o último DS, em abril de 1975. O departamento administrativo mudou-se em 1982. Hoje em dia, o Parc André Citroën situa-se onde estava a fábrica de Quai de Javel.

RENNES LA JANAIS PLANT

06_histoire_architecture_usinerenneslajanais_captureA produção na fábrica de Rennes-La Janais começou em dezembro de 1958. Perseguindo uma estratégia de descentralização, encorajada pelo governo francês, a Citroën decidiu construir uma fábrica em Rennes (Bretanha). Na altura, tinha já uma fábrica em La Barre-Thomas, inaugurada em 1954. A nova fábrica, construída num espaço com 237 hectares de terra por desenvolver, era um complexo industrial ultramoderno, com uma área coberta de 487 000 m2.
A fábrica entrou em funcionamento em outubro de 1961 e começou a produção com o novo Ami 6. Rapidamente, começou a produzir vários modelos da Citroën, tais como: o Ami 8, o M35, o 2CV, o Dyane, o Méhari, o GS, o GS Birotor, o Visa, o GSA, o BX, o AX, o XM, o ZX, o Xantia, o Xsara, o Xsara Picasso e o C5 da primeira geração. Hoje, a fábrica de Rennes produz o C5 e o C6.